6 de junho de 2018

O caso das máscaras de chumbo- parte 4

   “Pontas soltas”

                           Existem questões que estão presentes, somente nos dois vídeos do linha direta, e que diante de tudo o que foi aqui exposto, mantem o mistério. Seguem abaixo:

  1. O formol colocado ainda no local que os corpos foram encontrados pelos bombeiros e citado no video, tendo sido derramado como se afirma, poderia perdurar evitando o crescimento da vegetação até a época (14 anos) em que o pesquisador frances foi ao local e viu esse sinal?

  2. Se suspeito que o policial que foi avisado sobre os corpos teria roubado algum dinheiro das vitimas. Porém, o suposto ladrão nao mexeu no pacote fechado com as toalhas.

  3. Nenhuma fonte disse se os óculos pretos com uma aliança em uma das hastes eram das vítimas.

  4. O mistério da iniciais do lenço que estava no local permanece.

  5. O copo de papel laminado foi improvisado. Por esquecimento, na hora de ingerirem as capsúlas se improvisou copos? Tudo bem! Mas, as vitimas teriam o papel ou foi levado por alguem?

  6. O dono da loja de eletronicos estivera com as vitimas 4 dias antes em Campos. Pra que?

  7. O amigo espirita saberia de algo? Teria passado instrucoes antes da viagem? Dado as tais capsulas? Dito quem encontrar?

  8. Sabe-se que houve uma explosao de uma experiencia feita pela vítmas numa praia. Teriam repetido o uso de explosivos em cima do Morro do Vintém ? seria essa explosão cofundida com um disco voador? Lembro que na praia tambem foi uma explosão, mas, muitos pescadores falaram em ver um disco voador cair no mar.

  9. A psicotronica citada pelo pesquisador Silvio Lago explicaria as luzes no local? se necessitaria de algum aparelho, ficaria evidente a participação de mais alguem, que levou o equipamento após perceber que os homens submetidos a experiencia haviam morrido.

  10. A negligencia na necropsia é inquestionável. Os médicos que assinaram o laudo não fizeram o exame, segundo o relato dos videos.

  11. A palavra “sinal” para homeopatia pode ter o significado de sintoma.

  12. O hiato de tempo descoberto pelo detetive entre a rodoviaria e a loja de eletronicos torna-se de máxima importância, tendo em vista que, no caminho entre esses  pontos havia uma instituicao epírita comandanda  por um médico homeopata.

  13. Seria esse médico, alguem que teria a autoridade que ia trazer a certeza que as vitimas precisavam sobre o espiritismo?

  14. Um homem louro perguntou a populares, dias antes, como subir no Morro do Vintém.

  15. O zelador da tal instituição espírita batia com a aparência do homem louro que queria subir o morro e, este, também mexia com eletrônica e  ia sempre na loja mesma loja que as vítmas frequentavam. E todos esses dados, isso tudo, nem entrou no processo judicial!

  16. O arquvamento foi atípico, como se forçado a pedidos de poderosos interessados em encerrar o caso.

  17. Percebe-se que tanto o detetive quanto o jornalista se envolveram emocionalmente com a parte ufologica ou misteriosa ao se depararem com a questão da vegetação não ter crescido no local em que foram achados os corpos e pessoas relacionadas terem morrido. 

  18. Teriam eles sido atingidos por raio simplesmente enquanto estavam sedados com capsulas fornecidas por alguem?

  19. O disco voador teria sido apenas isso?

  20. Ou teria alguma terceira pessoa que repetiu a experiencia feita por eles na praia provocando um clarão semelhante, levando a várias pessoas ao redor do morro a acreditar ter visto um disco voador?

  21. Teria essa terceira pessoa os visto morrer, fossem por uma queda de um raio, ou por ação da substancia contida nas capsulas? Ao ve-los morrer, levou para si a quantidade de dinheiro que faltou a policia encontrar.

  22. Ou o valor que sumiu foi o cobrado para preparar o local, adquirir as capsulas para a experiencia e demais materiais e instruções?

   

  Por que não defendemos a teoria ufológica nesse caso?

    Em todo o enredo, os unicos pontos que falam de discos voadores seriam:

  • A experiencia que não deu certo na praia feita pelas vítmas e teve o clarão produzido confundido com um disco voador.

  • O livro que foi encontrado no local de trabalho das vitimas. Hoje, os estudiosos espíritas concordam que é um livro polêmico. Na época, porém, a ficcção científica, os discos voadores e os marcianos estavam em alta. Pelo contexto do caso, as vítimas pareciam crer e buscar vida alienígena pela via espiritual, e não pessoalmente, como defenderam ufologos da década de 90. Tudo leva a reconhecer uma esperiencia psicotrônica que não deu certo.

  • Relatos de testemunhas que viram um objeto ou uma luz sobre o morro na hora que as vítimas teriam morrido. Não se vai além disso. Não se teve fotos, marcas físicas, ou algo que estivesse presente na cena, tão rica em detalhes, do crime.

Contamos com nossos visitantes para darmos juntos novos passos a elucidação da verdade.

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