24 de novembro de 2018

O caso Baependi

O incrível caso ufológico foi vivido pelo fazendeiro Arlindo Gabriel na Serra do Alegre , no município de Baependi, no sul de Minas Gerais, em 16 de maio de 1979. O fato ocorreu num local distante  da zona rural, enquanto Arlindo se preparava para fazer um caçada com mais dois amigos. Os homens , em determinado momento, se separaram, provavelmente no intuito de, cada um, isoladamente, obter sua caça. Mal sabia ele que voltaria com um incrível relato.

Arlindo avistou um objeto estranho descer no chão e que, inevitavelmente, o deixou cismado. Curiosos, decidiu se aproximar para observar melhor o objeto. Pelas suas descrições, o objeto tinha um formato cilíndrico com 50 centímetros de largura e 1,5 metros de comprimento, uma base circular escura e uma esfera na sua parte superior de cores branca e vermelha.O  contato não iria parar por ai. Ao todo, Arlindo iria encontrar quatro objetos desconhecidos.

Além de está armado com uma espingarda e um revolver, bem como de uma sacola, também conhecida por embornal com alimentos, Arlindo tinha levado uma maquina fotográfica. Essa câmera   estava guardada junto com outras coisas, como alguns alimentos.  Retirando a máquina o mais rápido que pode, tentou tirar fotos do objeto que desapareceu sem explicações.  Para seu espanto, o homem se viu diante de um segundo objeto que descreveu possuindo um  formato ovoide e com uma haste na sua parte inferior. Essa haste possuía uma ponta de lâmina, como uma espada e, na parte superior, tinha algo que parecia ser uma espécie de hélice de aspecto curvo. Arlindo reiniciou a sequencia de fotos, percebendo ao mesmo tempo que o objeto emitia um ruído, até o momento que começou a soltar uma fumaça densa e desaparecer. Ainda espantado, Arlindo continuou andando devagar, olhando ao seu redor desconfiado, quando viu descer um terceiro objeto. O descreveu como tendo um formato de barril listrado nas cores vermelha e branca, e também com uma hélice estranha na região superior. Arlindo fotografou a segunda estranha aparição . Assim como os anteriores, o objeto também desapareceu sem maiores explicações para Arlindo. Tentando investigar o sumiço, dessa vez, Arlindo foi até o local onde o objeto desaparecera, passando a ouvir um barulho como o de um motor de um carro. Um motor com problemas. Olhou para o alto e viu se aproximar um grande objeto que descreveu ter o tamanho próximo ao de dois ônibus. Possuía o formato de um grande ovo, tendo uma unica cor em sua aparência. A cor branca. Ao tentar fotografar o grande objeto a sua frente, uma potente luz o cegou. Por reflexo, Arlindo deixou cair seus pertences no chão ao se sentir atingido por uma especie de relâmpago, e ficou como se estivesse paralisado no chão. Tentando voltar a se mover e se erguer, Arlindo percebeu que alguns pequenos homens o arrodeavam, sendo sua aparência muito parecida com seres humanos da Terra, vestindo uma roupa que cobria todo o corpo e usando finos capacetes. Dois deles agarraram Arlindo e começaram a o erguer. Arlindo assustado, gritou: “Pelo amor de Deus, me soltem!” ouvindo uma resposta verbal logo em seguida que o disse: “Em nome de Deus, nós todos somos irmãos”. O interessante é que o som não parecia sair de sua boca e sim de uma caixa que estava pendurada nas costas dos alienígenas. Desta caixa saia uma espécie de tubo que estava conectado no capacete deles. O outro alienígena falou logo em seguida: “Não fazemos mal a ninguém, apenas queremos uma informação”. E assim eles levaram Arlindo em direção do OVNI.

 Ao se deparar com a entrada da espaçonave, que descreveu com o formato de um grande ovo com um quilha em cima, percebeu mais um alienígena que esperava o grupo ao lado de quatro degraus que  desapareciam no interior da nave. Este ser, ao estar mais próximo de Arlindo o perguntou se ele tinha visto “zurca” ali por perto. O homem disse que não sabia o que era aquilo, sendo logo explicado a ele que se tratava de um aparelho dos alienígenas que trabalhava com comunicação e que não estava transmitindo nada já há um tempo. Então, o ser perguntou a Arlindo se ele tinha “inteligencia”. Arlindo, humildemente, respondeu que não. Tal troca de palavras não evitou que os outros voltasse a agarrar Arlindo e o conduzissem para dentro da espaçonave, onde Arlindo ficou livre para perambular pelos corredores e perceber detalhes como o da temperatura do ambiente, muita mais fria que lá fora, e o cheiro de poeira no ar. Dentro da espaçonave, havia outros seres. Dois deles falavam entre si, uma língua incompreensível enquanto teclavam num especie de computador”Arlindo usou a expressão “batendo maquina”, comparando as antigas maquinas de datilografar). Outro aparentava ser do sexo feminino, sendo o único que não usava capacete. Era loira de pele rosada e usava um aparelho no ouvido, que Arlindo chamou de “ouvidor de telefone”. Após conversar em sua língua, A estranha moça, junto com outro de sua raça e conversando entre si em sua estranha língua, levou Arlindo para um outro comodo da nave onde Arlindo encontro um aparelho com telas, mas, que descreveu como uma “geladeira”. Portanto uma espécie de varinha, a jovem iniciou uma explicação das imagens que surgiam nas telas do aparelho  sobre sua civilização, a forma que eles conseguiam vencer as distâncias astronômicas e outras várias informações importantíssimas – que, infelizmente, não foi possível resgatar nada em seus depoimentos devido a limitação cultural de Arlindo. Ao final da aula, as criaturas teriam falado: “Nós somos da mesma matéria, do mesmo sangue e vivemos o mesmo trabalho”. Depois disso, Arlindo foi conduzido para fora da nave e os seres ainda lhe avisaram: “Proteja a vista, que o nosso aparelho condena a vista”. Os alienígenas conduziram Arlindo até a saída e Arlindo, por sua vez, desceu sozinho as escadas.

Após tudo terminar, já do lado de fora da nave, onde foi deixado pelos seres Arlindo encontro seus amigos, apesar de se sentir fraco e com náuseas. Tentou encontrar seus pertences e não obteve exito, mas, percebeu que a nave havia deixado marcas no solo onde havia se sustentado. Tendo seu estado físico e emocional alterado sido percebido pelos amigos, Arlindo os contou tudo e logo o relato chegou a imprensa local e aos ufólogos da região, entre eles, o Dr. Ubirajara Rodrigues. O pesquisador foi levado ao local e colheu tudo as as informações e amostras que encontrou. Fez moldes de gesso e achou o embornal de Arlindo, que, chegou até não reconhecer a peça de imediato, pois estava diferente, devido a estranhas figuras e inscrições feitas nele. Já as fotografias tiradas por Arlindo, poucas sobreviveram a suposta agressão térmica que pulverizou o interior de sua máquina fotográfica.

Comentários:

 Arlindo fala com riqueza de detalhes e usa justificativas boas para explicar o ocorrido. Por exemplo, no relato original ele diz que tentou fotografar a nave, que seria o quarto objeto, porem foi ofuscado por uma intensa luz  e ao tentar se afastar perdeu seus pertences e se sentiu paralisado, caindo no chão, ate ser levantado pelos alienígenas que eram idênticos aos humanos, sendo mais baixos;

Arlindo andou livremente pelos compartimentos sem ser detido por nada ou por alguém. Não se lembra ou não passou por nenhum exame medico, por exemplo; ele lembra que havia um cheiro de poeira no ar, sendo, dentro da nave, um ambiente muito frio. Bem mais que do lado de fora. Lembra também que os tripulantes não retiraram os capacetes que usavam, exceto um deles: o que explicava as imagens que aparecia no aparelho com telas, que Arlindo chamou de “geladeira”. Teria também sido esse ser que o falara: “somos feitos do mesmo material, do mesmo jeito” . Após duas horas foi liberado no mesmo local em que se encontrava no inicio do encontro e sentiu náuseas e tonturas enquanto voltava pra casa, chamando como podia pelos amigos. Entretanto, foi orientado ao descer  da nave, para não olhar pra traz para não ferir os olhos.

O embornal usado por ele e que ficara na nave, foi encontrado um mês depois, com as inscrições que ninguém traduziu logo no momento.  Entretanto, algumas instituições importantes, como a Universidade hebraica de Jerusalém, chegaram a se interessar pela semelhança dos algarismos no embornal e os encontrados nos manuscritos do mar morto, ou seja, em hebraico antigo. Entretanto, nunca  apresentaram suas conclusões. Sabe-se, porém, que instituições religiosas sempre evitam a miscigenação dos temas ufologia e o sagrado.

     

 A mensagem foi analisada por integrantes da Revista UFO, alguns dos maiores ufólogos do Brasil, considerando os algarismos de muitas línguas antigas, chegando a seguinte mensagem:

Umedeça aquele que oprime a erva nova, faça-a nascer, para que esteja concluída e domine a matéria o que vem da palavra realize o destino da beleza que conserva perfeita a ele aquele que protege (…) palavra inútil e impura, tem um escudo que reforça seu jardim ruína sobre o que? Sobre a força natural da vida agora é o momento para o que vem da evolução da forma e da consciência ordinária a consciência natural existe como ouro puro, como a chapa superior, como a síntese da existência e do conhecimento. Defeito violento é a força da consciência objetiva, movimento evolutivo que isto é, sem nenhum amor, apenas para conservar o domínio cada rebento possui um sublime poder árvore de ouro puro  dissolução do mal seja uma insignificante semente”.

No entendimento dos especialistas. A mensagem poderia querer dizer:

“As raças desenvolvidas do espaço tem autoridade para estabelecer as bases da fraternidade universal, pois sua autoridade esta calcada na fraternidade e não no domínio.”

Esse é o caso de Baependi, conhecido também como o caso do embornal. Talvez, o registro de um grande encontro entre raças do  cosmo. Infelizmente, a simplicidade de Arlindo, bem como o seu nervosismo, e a inimaginável atmosfera emocional que ele foi envolvido e da qual, somente podemos imaginar como deve ser, tenha contribuído par a perda de informações valiosas desse incrível contato. O que ficou, no entanto, vem a formar, sem duvida, um tesouro da ufologia brasileira e mundial.

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