20 de setembro de 2019

A enigmática Moenjodaro

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Na província do Sinde, no Paquistão existe um sítio arqueológico conhecido por Moenjodaro. O nome significa “Monte dos mortos“ no idioma Sindi, não sendo esse, porém, o seu verdadeiro nome de origem, o qual permanece desconhecido, assim como quase tudo da cultura e do povo que habitou a região, provavelmente, no Século XXVI a. C. É fato que o local foi um dos primeiros grandes povoados urbanos do mundo, sendo contemporâneo com as grandes civilizações do Egito, Creta e Mesopotâmia. Nas escavações durante sua descoberta que ocorreu em 1922, muito material com a escrita utilizada pelo desconhecido povo ainda permanece sem tradução. Entretanto, os habitantes são conhecidos hoje como os Drávidas, sendo considerados um dos povos mais antigos que geraram o povo indiano atual.
Entre muitos detalhes enigmáticos, as ruínas de Moenjodaro, apresenta quarenta e quatro esqueletos com traços de carbonizaão e calcinação que datariam entre 1900 e 100 a.C., alguns de bruços, seguram as mãos uns dos outros. Da mesma forma, encontramos esqueletos de muitos animais espalhados na região. A disposição, posição e outros detalhes colhidos levam a concluir que todos, humanos e animais, teriam morrido num mesmo instante e de maneira súbita. A cética ciência oficial concorda que, realmente, algo aconteceu em Moenjodaro. Vale ser lembrando que os ossos encontrados não possuíam o envelhecimento esperado, nem foram nunca remexidos por animais carnívoros abundantes até hoje na região. Da mesma forma, não se encontrou armas, ou marcas de feridas provocadas por estas, que poderiam indicar um guerra ocorrida no lugar. Por outro lado, evidencias bem inesperadas foram achadas, como parte do solo e das rochas terem sofrido um processo de vitrificação, que somente ocorre em altíssima temperatura. Ou seja. Ocorreu algo que emitiu um calor tão intenso que as rochas expostas, derreteram e voltaram a se solidificar aos esfriarem, tomando um aspecto comparável ao vidro. Além disso, foram verificadas altas taxas de radiação no local, somente comparadas aos locais de testes atômicos no mundo, como no Novo México, nos Estados Unidos, ou em Hiroshima, cidade devastada pela bomba nuclear durante a segunda Grande Guerra. Teria havido uma grande explosão vulcânica no local. Nenhuma evidência pode ser atestada a respeito dessa teoria..
Tentando encontrar alguma registro do passado da Índia, e logo, da própria Moenjodaro, somente nos restaria consultar os textos “mitológicos” milenares da cultura hindu. O clássico texto indiano do Mahabharata descreve uma terrível explosão ocorrida no passado que fez estremecer todo o continente. Uma batalha que foi travada nos céus, por deus antigos e seus assombrosos veículos alados. Vejamos um trecho:
“Um único projétil, carregado com toda a força do Universo… Uma coluna incandescente de fumaça e uma chama tão clara quanto 10.000 sóis, apareceu em todo seu esplendor… era uma arma desconhecida, um trovão de ferro, um mensageiro gigantesco da morte, o qual reduziu às cinzas uma raça inteira. Os corpos estavam tão queimados que ficaram irreconhecíveis. Suas mãos e unhas caíram, os vasos estavam quebrados sem qualquer causa aparente, os pássaros se tornaram brancos. Após algumas horas, os alimentas ficaram infectados. Para escapar deste fogo, os soldados se jogaram no rio.“

Seria o local uma prova incontestável de uma tecnologia antiga perdida ou oculta da nossa história mais remota? Teria mesmo o local sofrido um ataque nuclear que ocorreu ha milênios?
Curiosamente, essas respostas não tem , atualmente, nenhuma esperança de serem respondidas através de novos estudos. O sitio arqueológico está proibido de ser estudado pelo governo atual, em nome das “exigências da conservação”. Esse mesmo argumento, faz com infinitos achados arqueológicos permaneçam encaixotados em porões de museus pelo mundo. Tudo em nome da história.

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