13 de setembro de 2019

A Esfera dos Betz

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Tudo começou no início de Maio de 1974, durante um incêndio numa propriedade da família Betz, em Ford George Island, na Florida. Os proprietários, Antoine, engenheiro naval, sua esposa e Terry Mathew Betz seu filho, deslocaram-se até as suas terras para verem os danos causados pelo incêndio. Depois de terem percorrido várias centenas de metros, depararam-se com uma estranha esfera polida, do tamanho aproximado ao de uma bola de boliche ainda incandescente, que se encontrava no terreno queimado. No início, pensaram ser parte de algum satélite que tinha caído, e pretendiam vendê-la ou trocá-la por algum dinheiro. Depois de arrefecer, pegaram na esfera e levaram-na para casa, onde ficou guardada durante alguns dias.
Terry, o filho do casal, resolveu a certa altura manipular a esfera, e notou para seu grande espanto, que o objecto respondia a estímulos incomuns, como empurrões. Ao mínimo toque a esfera movia-se e retornava exatamente ao ponte de partida ficando estática. Isso fez com que o artefacto se torna-se o novo “animal de estimação”. Todos ficaram admirados em como, quem, ou porquê, a esfera se movimentava parecendo ter vida própria.
Certo dia, Terry estava com uma amiga no seu quarto a tocar guitarra, quando notou que a bola que até então era um segredo de família, vibrava de acordo com os acordes da música. A sua amiga ficou apavorada e foi embora, mas acabou por contar o que tinha presenciado, e por se tratar de uma cidade pequena, a notícia espalhou-se rapidamente, não tardando aparecer curiosos e jornalistas, que começaram a invadir a privacidade da família.
No início, a família entusiasmada não se incomodou e mostrou a esfera a toda a gente. Mas com o passar do tempo, o estranho artefato começou a ter comportamentos ainda mais estranhos, porque não se movia ao toque, e durante a noite quando todos estavam a dormir, a esfera emitia sons enquanto se movimentava. As coisas ficaram tão bizarras, que os moradores da casa não conseguiam dormir e começaram finalmente, a sentir medo dela. Quando tudo isto se tornou insuportável, resolveram procurar ajuda das autoridades, as quais de início, quiseram confiscá-la. Porém Antoine não permitiu, alegando ser uma relíquia de família, e só permitiria que a analisassem mediante a sua presença. Após chegarem a um consenso, levaram a esfera para uma base aeroespacial ainda no estado da Florida.

Analisando a esfera….

Na base, foram feitos vários testes, um dos quais utilizaram um potente raio X para analisarem o interior da esfera, e constataram que era feita de aço inoxidável, possuía dois núcleos esféricos internos que se moviam, e possuía um forte campo magnético, que para os cientistas, era o que provocava a estranha movimentação. Os cientistas quiseram cortar a esfera ao meio para estudar melhor o seu interior, mas a família negou tal pedido. Exigindo que a devolvessem. Assim regressaram a casa com a esfera, mas com o passar dos dias, o seu comportamento tornou-se mais agressivo. O que antes era um “brinquedo”, tornou-se algo perigoso. Em questão de dias os eventos passaram de simples sons e movimentos estranhos, para atos sobrenaturais como, abrir portas e derrubar objetos. Isso, obviamente, acabou por aumentar o medo e a certeza de que o objeto não era deste mundo.
No final de Julho daquele ano, a família aceitou a ajuda do cientista James Albert, que se propôs estudar a esfera sem danificá-la.

Bomba nuclear extraterrestre…?

Após apresentar os primeiros resultados, a família Betz teve uma surpresa: o doutor Albert descobriu que o estranho material contido no interior da esfera, era mais denso do que qualquer outro material existente na Terra, e que se a esfera fosse comprometida de alguma forma, ela poderia explodir como uma bomba nuclear.
Esta bombástica informação, acabou vazando para o exército, que rapidamente confiscou o objeto, alegando que poderia ser uma bomba nuclear russa enviada para destruir os Estados Unidos da América. Após ter sido confiscada pelo exército, pouco ou nada se soube a cerca dela.
Muitos dizem que está guardada em alguma base militar de segurança máxima, pois descobriram que se tratava de um objeto de origem extraterrestre. Ou então, uma arma de destruição massiva, construída com alta tecnologia do Exército Soviético.
O certo é que nunca mais se soube do paradeiro da família Betz, e o exército foi desacreditando a história, alegando que na verdade a tal esfera não passava de uma escultura de arte moderna que foi encontrada na beira da estrada, e não na propriedade dos Betz, como diziam os jornais.
Mais uma vez, um artefato de possível origem extraterrestre está fora do alcance de cientistas civis, bem como da população em geral…
O assunto ainda permaneceria um mistério por muito tempo, mas, os céticos consideraram, de repente, finalmente tudo solucionado por acaso: a tal esfera enigmática era apenas uma das muitas peças que o artista James Durling-Jones criara em 1971 para uma de suas exposições.

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Suas esferas em geral contavam com um sistema de pêndulos internos que lhes davam movimentos aleatórios e podiam de fato gerar sons estranhos.

O artista disse que perdeu várias dessas esferas durante o transporte por estradas, e que se lembra de quando isso aconteceu nos arredores do local onde a família Betz encontrou sua bola metálica em Fort George Island.

Ele disse que até tentou recuperar todas, mas que algumas se perderam e rolaram para longe, e portanto ficaram perdidas, até que a família encontrou uma delas ha cerca de 3 anos depois.

Quanto aos supostos fenômenos paranormais, ninguém pôde explicar o que de fato aconteceu. Muita gente acredita que tudo era apenas “cisma” da família que ficou impressionada com um mistério que já durava várias décadas.

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