27 de março de 2020

MISTÉRIOS E MAIS MISTÉRIOS!

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Por Sérgio O. Russo

” A humanidade arrisca-se a desaparecer sem saber de onde vem e se o seu destino foi dirigido por Mestres Desconhecidos e desviado do seu curso natural…. As nossas tradições ancestrais, de obscuras e tenazes intuições, sugerem-nos a hipótese de um destino grandioso que o homem teria alcançado nos ciclos de civilizações desaparecidas, mas a ciência oficial diz NÃO a tudo o que quer ressurgir dos abismos profundos do passado. Uma só verdade parece, pois, subsistir: a do Mistério no qual é preciso acreditar como a única realidade válida e indestrutível”
(Robert Charroux)


A Bíblia tinha razão? Nesta imagem uma antiga representação pictórica, medieval, da lendária Torre de Babel. Segundo os relatos bíblicos, os homens de maneira blásfema intentaram construir uma torre que tocasse o céu, para desse modo se igualarem a Deus em poderio e glória. Os mesmos relatos dizem que o Senhor, tomado de fúria, antes de a destruir disse: “Desçamos (exatamente no plural!) e confundamos ali a sua língua para que não entenda um a língua do outro” !


Sim, a Bíblia tinha razão! O arqueólogo Robert Koldewey, acreditando na lenda, descobriu em 1899 nas ruínas da Babilônia os restos de uma imensa torre, guardada por um colossal muro e mais de 300 torres menores e fossos! Este verdadeiro gigante da mais remota antiguidade deve ter realmente alcançado uma altura imensa e foi destruído de maneira tão violenta que, segundo relatam as inscrições, Alexandre Magno, o conquistador, muito tempo depois teve que empregar cerca de 10 mil homens para retirar os seus escombros – o que demandou 800 mil dias de trabalho!


A narrativa bíblica do Dilúvio, por sua vez, espantosamente encontrou sua confirmação nesta tabuinha babilônica, localizada em 1850 nas ruínas de Nínive pelo arqueólogo George Smith. Seus caracteres dizem: ” Depois que carreguei toda a colheita da vida, embarquei-me no navio, com minha família e meus parentes. Os animais e o gado do campo… Entrei no navio e fechei a porta…. Quando a jovem aurora brilhou, dos alicerces do céu ergueu-se uma nuvem negra…. E tudo o que é brilhante converte-se em trevas, o irmão já não vê o seu irmão…. Os Deuses temiam o dilúvio…. Durante seis dias e seis noites o vento e a inundação continuaram a marchar, o furacão subjugou a terra. Quando surgiu o sétimo dia, o furacão amainara… O dilúvio cessou. Contemplei o mar, sua voz estava muda, e toda a humanidade se transformara em lama!…..” . Infelizmente, o restante da narrativa, aquele que seria o capítulo mais importante, estava faltando. Contudo, a lição que nos resta é que a narrativa de um grande dilúvio, por sinal igualmente fazendo parte das tradições de vários povos do planeta, faz alusão a uma grande catástrofe ocorrida há muitos milênios – Sem dúvida alguma a submersão do Continente Atlante!


E assim eram as imponentes e refinadas edificações da cultura Maia……


Aliás, a perdida Civilização Maia representa outro intrigante e inexplicável enigma do passado. Em tempos muito recuados, ela construiu enormes pirâmides e suntuosos templos, isso em uma vasta região que abrangeu os territórios em que hoje se situam o México, Honduras e a Guatemala! Quando os conquistadores espanhóis chegaram às terras dos Aztecas passaram por essas antigas ruínas, encobertas pelas densas florestas. E atônitos souberam que os próprios Aztecas as desconheciam, bem como não sabiam da antiga existência do povo Maia! O maior de todos os enigmas, contudo, é que tal avançada civilização, cuja escrita por sinal até hoje não pôde ser decifrada, ao invés de se expandir cada vez mais, sofreu uma espécie de “implosão”, movimentando-se “de fora para dentro” – ou seja, abandonando às florestas a suas suntuosas e imponentes cidades, desaparecendo sem deixar quaisquer vestígios em um centro formado por um triângulo imaginário que compreende as portentosas ruínas de Tikál, Naranjo e Piedras Negras!


A Serpente Emplumada, encarnação do deus Quetzalcoatl – adorada desde os tempos muito remotos quando existiu uma outra desconhecida civilização conhecida como Pré-Azteca, ou ainda Tolteca, da qual nada se sabe. Esse deus simboliza a figura mitológica que “veio do céu, desde a terra do sol nascente, para trazer a civilização à Terra”! Detalhe curioso é que por toda a antiguidade o símbolo da serpente era de fato associado aos extraterrestres e também aos primeiros iniciadores da raça humana! Segundo a tradição Quetzalcoatl, ou quem usava este nome, vestia um longo manto branco e ensinou as ciências ao povo, corrigindo costumes e estabelecendo leis. Após isso, partiu na direção do mar, regressando à terra de onde viera, “consumindo-se em chamas e seu coração transformou-se em uma estrela matutina”.


Os grandes mestres da pintura clássica, bem como os artistas que produziram os afrescos de várias catedrais seculares, eram todos Iniciados e portanto tinham grande conhecimento de causa. Sabiam o que estavam fazendo! E além de tudo deixaram para a posteridade muitas sutis mensagens veladas, as quais ainda hoje podem ser vistas e devidamente entendidas por todos aqueles que as olharem com a devida atenção. Nesta imagem vemos a Virgem Maria e o Menino Jesus, tendo ao fundo (assinalada) a nítida imagem de um OVNI!


Outra surpreendente pintura medieval nos mostra – desde uma época em que nem sequer se sonhava com máquinas voadoras – a representação de um “anjo” cruzando o céu dentro de um engenho que por sinal se assemelha a um outro OVNI.


E eis uma representação da Estrela de Belém, aquela que guiou os Reis Magos e surgiu na época do nascimento de Jesus Cristo. A bordo dela, outro “anjo” que a tripula! Bastante sutil! Hoje em dia, diversos pesquisadores do Realismo Fantástico abraçam a ideia de que Jesus seria um extraterrestre, aqui propositadamente deixado pelos nosso Mentores Cósmicos (os Primeiros Iniciadores) de modo a propiciar uma nova etapa na evolução espiritual do homem. Portanto, a tal “estrela” nada mais seria do que o OVNI que trouxe a criança, entregando-a às pessoas de confiança previamente escolhidas para abrigá-la!


Mais uma antiga pintura medieval mostrando a Virgem Maria, adorada por uma dama. Ao fundo, outro OVNI espreitando a cena!


E essa talvez seja a mais expressiva de todas! Jesus Cristo e sua mãe, a Virgem Maria, abençoam algumas pessoas desde as nuvens. E logo abaixo deles, uma esquadrilha inteira de OVNI !!!!

 

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