Caim Wolf é o pseudônimo de Abel Cordeiro de Sousa Filho, pesquisador de mistérios e temas que desafiam a ciência desde sua adolescência. Nascido em Palmeira dos Índios, Alagoas, sempre procurou ler e escrever sobre temas que gostava, tendo o apoio de seus pais que o abarrotavam de livros sem preconceito algum com os temas mais insólitos e não aceitos oficialmente pela mídia. A vida numa cidade do interior do nordeste brasileiro o expôs ao contato direto com lendas, ao mesmo tempo, que o contato com os best-sellers mundiais ampliavam sua visão do universo. Estudou Medicina e Direito em Maceió, se especializando em Psiquiatria, no Rio de Janeiro. Durante esse período, também buscou investir em formação científica diversa, se envolvendo com Neurociência, Astronomia amadora, Hipnose, Psicologia e os Temas do Insólito. Tem como influencia autores que ocupam opiniões antagônicas, por que não dizer, rivais, tais como, Erich Von Daniken e Carl Sagan. Nacionalmente, é um admirador declarado do mestre do Realismo Fantástico no Brasil, Sérgio O. Russo (a quem homenageia com esse humilde site). Atualmente, tem se dedicado com mais intensidade ao tema do mistério e a autoria de livros de ficção científica.

Ao leitor

Inicialmente, gostaria de começar nossa conversa, caro leitor, dessa forma: em primeira pessoa. E assim tentaremos manter em nossas publicações, como uma forma de diminuir a distancia entre nós. Esse blog nasce de várias necessidades. Talvez a primeira delas  seja, como disse Charles Bukowski, “escrever para não enlouquecer”. Vemos muitas publicações na internet atualmente, levando as pessoas para os mais variados rumos de entendimento. As informações falsas, ou de pouca pesquisa, confundem mais do quem ensinam os buscadores. Isso posto, me vi na necessidade em contribuir com o que pesquisei e pesquiso até hoje. No tema do realismo fantástico, muita coisa evoluiu. Graças a tecnologia e ao avanço do conhecimento humano, o que antes era desconhecido passou a ser conhecido. Muitos temas, porém, resistem e desafiam ao homem à sua compreensão. Um dos cientistas modernos que mais admiro é Carl Sagan. Me orgulho até mesmo de termos a mesma data de aniversário. Na sua famosa série sobre astronomia, chamada Cosmos, ele, como o próprio subtítulo se destaca, nos convida a “uma viagem pessoal” à cosmologia. Aqui também tenho esse objetivo com você, leitor, de convidá-lo a uma odisseia aos temas que me encantam desde a adolescência. Diferente de alguns autores dos assuntos relacionados, tive a formação científica que veio para equilibrar o meu encanto pelo misterioso. Por isso, para os temas do realismo fantástico tenho uma peculiar exigência “baseada em evidências”, nem sempre presente nos divulgadores dos temas do insólito. Me abomina, entretanto, ver a ciência, muitas vezes, se tornando dogmática, irônica, zombeteira com alguns estudiosos. Ora, a mais pura ciência já foi vitima de séculos de “idade das trevas”, onde sofreu e viu seus mártires darem a vida pela necessidade humana em se auto questionar, ou ir contra as tradições. Ao meu ver, a verdadeira ciência quer ser questionada. O academicismo dogmático pode ser tão cruel e retrógrado quanto muitos exemplos históricos de preconceito e intolerância com as novas interrogações da humanidade. Deve-se considerar também sobre a “verdade científica”. Mesmo tendo leis básicas da física newtoniana sempre reestudadas e positivamente, requestionadas, precisamos do reconhecimento do que é “fato científico” para usarmos como “pé de apoio ” para o nosso próximo passo como raça humana. Partindo desse pressuposto, temos que considerar que o homem já tem conhecimento real de muita coisa que o cerca no universo, de maneira inabalável. Ou seja, “fato científico”.

  Dito isto, quero esclarecer que os textos que aqui serão publicados sempre irão considerar os pontos de vista que se opõem sobre cada tema. O intuito não é convencer o leitor, mas, faze-lo pensar, questionar, continuar, e não adotar um conceito pronto. Não queremos promover crenças, mas, despertar o questionamento e a busca pelo conhecimento.

Finalmente, reconheço que o os textos aqui abordados não são recomendados para as pessoas que seguem alguma religião de forma tradicional. Destaco isso, pelo simples fato de não gostar de agredir ou mudar a fé das pessoas. Também, pelo reconhecimento que muitos tópicos precisam ter de liberdade de pensamento para serem estudados.

Seja bem-vindo, portanto, meu caro leitor, a nossa desafiante viagem. Esteja sempre a vontade para mandar suas criticas e questionamentos. Qualquer fato, matéria, lenda de sua cidade ou região que queira nos enviar será sempre muito bem aceito. Vamos , pois, cruzar esse fascinante umbral do desconhecido.